respeito mutuo

DEBATE E DISCUSSÖES
Luiz Gonzaga de Sousa
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RESPEITO E DESRESPEITO MÚTUOHoje em dia vive-se uma tremenda contenda entre os seres humanos, entre as diversas classes sociais, em todos os sentidos, e em todos os lugares, tais como: nas escolas, nas ruas, no trabalho, com a vizinhança, no próprio lar entre os pais, pais e filhos, irmãos entre si, tios entre si, e entre os demais. Enfim, falta respeito entre as pessoas, animais, e até mesmo vegetais. E por falar em vegetais, alguém pode perguntar, por que nos vegetais? O bem também existe entre eles que não conhecem como se processa; entretanto, aqui está se colocando pelo lado do ser pensante sobre os vegetais, com as derrubadas das matas, e o uso de tóxicos que maltratam estas que não agüentam tal coisa. Neste sentido, é que, se vê o ecossistema definhar a cada dia, dado que o homem não sabe dosar os dispositivos de seu trabalho para o equilíbrio de todos.

Os desrespeitos que existem são muitos, e é preciso que as pessoas se conscientizem, de sua participação na sociedade, quando deixam as ruas sujas com cascas de frutas, que fazem as pessoas caírem com prejuízos, muitas vezes irreparáveis que ficarão para o resto da vida. O mau comportamento das pessoas para com as outras, constitui um desrespeito que se inicia no lar, quando os pais não têm educação suficiente para mostrarem aos seus filhos, um bom proceder, a prática do respeito mútuo, a ajuda uns para com os outros, e a compreensão que se têm que ter para a união de todos. As brigas no lar são constantes, começa entre os pais que servem de exemplo para os filhos que participam da sua primeira escola em seu aprendizado, pondo em prática com muita veemência, nos seus relacionamentos entre si, e com os colegas de fora do lar.

Por que o respeito mútuo? Por que as pessoas não lutam para por em prática esse respeito? Respondendo a estas questões, inicia-se pela última, para que se possa, por dedução, proporcionar solução, ou respostas a estas inquirições. A prática do respeito mútuo acontece, como explica o “Livro dos Espíritos”, codificado pelo prof. RIVAIL [KARDEC (1857)], por causa da lei do progresso, da lei do amor, e algumas outras leis que dizem que tudo deve se transformar, aturando-se uns frente aos outros, para eliminarem-se os seus defeitos e aprenderem a se amar. Um lar é um ambiente onde os espíritos se encarnam para sentir a sua repulsão e impulsão de uns para com os outros, isto é, pais e filhos se juntam como desafetos pretéritos, para se ajudarem na busca do bem.

No contexto familiar, os pais têm o objetivo de proporcionar as primeiras lições de vida, os primeiros ensinamentos de comportamento, de relacionamento de uns para com os outros, e é nesta hora, que entra a educação doméstica, para que o respeito mútuo seja posto em prática; caso contrário, o que se vê com constância é o desrespeito mútuo. Os ensinamentos do lar transferem-se às ruas, surgem as delinqüências sociais, e aparece a patologia, própria de um sistema desigual, de desequilíbrio, e desrespeito pondo em prática, índoles de vidas passadas com muita força e descontrole. Os insultos de ruas, uns contra os demais é uma prova dos desrespeitos que existem entre as pessoas que não compreendem o caminho do amor, o entendimento da felicidade, e o sentir os graus de evolução de todos os seres viventes.

A docilidade da pessoa, a compreensão do ser humano, e muitas outras formas de vivência, daquele que se encontra praticando o bem, define o estágio evolutivo daquele ser. Não se pode dizer que aquele ser é evoluído, sublimado, mas, que é um exemplo que deve ser seguido, provavelmente ele conseguiu algum grau na sua escala de evolução, rumo a sua perfeição, não necessitando ser louvado, nem santificado, porém, seguido em toda a sua plenitude de conhecimento do bem, e do amor. O contrário, é o que se vê e sente em todos os lados, como a arrogância, o orgulho, a inveja, o ciúme, a ganância, e algumas outras maledicências, como predominância no dia a dia das pessoas, conseqüentemente, o desrespeito é o que impera na mente daqueles que não conhecem o caminho do bem, não tiveram educação doméstica para implantação do respeito mútuo.

A falta de respeito mútuo, leva o ser humano a viver em constante briga consigo próprio inicialmente, transferindo aos mais próximos a sua ira, a sua raiva, e o seu ódio, pois, após a família, os vizinhos, são atacados, e respondem com a mesma pedra, tendo em vista que o desrespeito também habita o seu interior. O que se observa no dia a dia das pessoas é que as intrigas são a tônica maior, considerando-se que a compreensão não bateu a sua porta com a devida veemência para ficar, já que não encontrou guarida naqueles que se locupletavam na maldade e no desrespeito mútuo. Não é preciso que o cidadão espere que os outros melhorem, entretanto, é fundamental que cada um compreenda a respeitar o seu próximo, com a força maior de quem já entende a situação de cada um que se apresenta com a sua ignorância do bem e dos circundantes.

A compreensão é muitas vezes denominada de covardia, medo e, sobretudo, tremor, cuja verdade, depara-se com aqueles que sabem, ou entendem a pequenez dos irmãos ignorantes do bem, pois, a sabedoria se manifesta naqueles que buscam em si mesmos a causa primeira das coisas. Aceitar aqueles que atiram pedras em qualquer um que passa a sua frente, tal qual ele é, em sua ignorância do bem, esperando que ele possa compreender mais cedo, ou mais tarde, e vá entender que não é com violência que se combate a violência, é coisa muito difícil. A violência é combatida com a implantação da bondade, da resignação e da humildade, por saber das deficiências dos outros, tentando plantar as sementes da compreensão naqueles que alimentam o orgulho e a vaidade, como símbolo de glória e engrandecimento, onde tudo isto é ignorância, e nada mais.

A ignorância da humanidade é tanta que só se enxerga o que está na frente e é palpável, mensurável e visível, entretanto, existem os espíritos que são os povos que vivem do outro lado da vida, agindo e vivendo do mesmo modo que os seres humanos, quanto uma porcentagem muito alta não vê, portanto, não acredita neles. Veja que, quando se faz qualquer coisa, pensa-se que ninguém está vendo, obviamente, pessoas encarnadas talvez não estejam, e é provável que não estejam à espreita; outrossim, existem aqueles que não são vistos; não sente, e não se ouve a sua presença, mas, estão observando a todos. As maldades que o ser humano pratica são imitadas pelos espíritos desconscientizados de seu estado de desencarnado; por outro lado, os espíritos do bem têm aqueles ensinamentos como algo corriqueiro, em uma vibração para que as pessoas façam o bem a todos que estão ao lado.

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