amor

Tão estranho a forma de amar,
amamos e sentimentos ciúmes,
ciúmes bobo, muitas vezes inconveniente.
Amamos e sentimos medo,
um medo de um dia estar só, de que a pessoa amada siga em viagem sem lhe presentear com uma passagem para o mesmo lugar.
Amamos e sentimos raiva,
raiva de não sermos entendidos, como se a pessoa amada tivesse a obrigação de ter o dom da premonição, e pudesse nos compreender pelo menos naquele momento que mais estamos chateados.
Amamos e sentimos muitas vezes rejeição,
pelo simples fato de não ser notado o novo corte de cabelo, a nova roupa, a nova investida.
Amamos e nos tornamos loucos,
loucos pela felicidade a dois, um mundo colorido feito para apaixonados.
Loucos pela vida, como se o hoje fosse um dos dias dos milhões que ainda viveremos.
Tão estranho a forma de amar,
Somos muitos em um só, muitos sentimentos, muitos desejos, muitos planos…
Não quero dominar o amor, quero que o amor nos domine.
Pois amor que é AMOR, é tudo… é certeza, é companhia, é amizade, é paixão, é criança, é eterno.
Tão estranho esta forma de amar,
que me perco até nos versos mais simples de um poema,
pois tem tantas formas de se escrever sobre o amor, algumas simples outras complexas,
mas todas com o mesmo sentido,
que o amor tudo supera.

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vampiros

! Eternas criaturas noturnas! Que seu legado permaneça nas mentes dos homens através da sua sedução, do seu prazer e da sua fome que será sempre… Insaciável… ” Bem-vindos – Produzido por Adriano Siqueira,um dos Autores do livro Amor Vampiro.

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havahi

The State of Hawaii ( /həˈwaɪ.iː/ (help·info) or /həˈwaɪʔiː/ in English; Hawaiian: Mokuʻāina o Hawaiʻi) is a state in the United States, located on an archipelago in the central Pacific Ocean southwest of the continental United States, southeast of Japan, and northeast of Australia. The state was admitted to the Union on August 21, 1959, making it the 50th state. Its capital is Honolulu on the island of Oʻahu. The most recent census estimate puts the state’s population at 1,283,388.

This state encompasses nearly the entire volcanic Hawaiian Island chain, which comprises hundreds of islands spread over 1,500 miles (2,400 km). At the southeastern end of the archipelago, the eight “main islands” are (from the northwest to southeast) Niʻihau, Kauaʻi, Oʻahu, Molokaʻi, Lānaʻi, Kahoʻolawe, Maui, and Hawaiʻi. The last is by far the largest, and is often called the “Big Island” or “Big Isle” to avoid confusion with the state as a whole. This archipelago is physiographically and ethnologically part of the Polynesian subregion of Oceania.

In standard American English, Hawaii is generally pronounced /həˈwaɪ.iː/. In the Hawaiian language, it is generally pronounced [həˈwɐiʔi] or [həˈvɐiʔi].

futebol

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UD Rio Maior vai a jogo…com juniores
Publicado: 2009-05-24 16:02:11 | Actualizado: 2009-05-24 16:16:25
Por: André Calado da Silva

Foto: EPA
Plantel da UD Rio Maior esteve acampada junto ao estádio do clube em greve de fome
Paulo Torres está solidário com os jogadores do plantel da UD Rio Maior

Ouvir em WMAOuvir em MP3Eduardo Rosa (Comissão de Gestão) afirma que UD Rio Maior vai entrar em campo esta tarde

Ouvir em WMAOuvir em MP3Jogadores do actual plantel da UD Rio Maior não jogam mais, garante o capitão Militão

Ouvir em WMAOuvir em MP3tamanho da letra ajuda áudio
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imprimir Em Rio Maior vai haver jogo com o Sintrense, a contar para a fase de subida da III divisão – Série E. A comissão de gestão do clube explicou à Antena 1 que conseguiu convencer 14 juniores para comparecerem na partida desta tarde (17 horas)

Eduardo Rosa, elemento da comissão de gestão do clube, disse à Antena 1 que “neste momento o clube tem elementos suficientes para entrar em campo”, acusando ainda algumas pessoas, ligadas ao grupo de jogadores que estavam em greve, de terem tentado demover os juniores que estão disponíveis para jogar esta tarde.

Os 21 futebolistas do plantel senior anunciaram durante a madrugada que suspendiam a greve de fome mas não jogavam mais por estarem fartos de promessas em relação a salários em atraso.

“Todos os jogadores que lá estavam (no acampamento junto ao estádio) decidiram que não vão jogar mais por esse clube e por essas pessoas porque não merecem. Eles não tem autorização nenhuma de fazer ameaças porque não cedemos. Essas pessoas não merecem respeito porque não prestam”, sublinhou o capitão da equipa do Oeste, Bruno Militão acusando os dirigentes de não terem assumido os compromissos.

Paulo Torres, técnico da equipa da UD Rio Maior, disse entretanto à Antena 1 estar “solidário com os jogadores” do plantel.

A Antena 1 sabe que a comissão de gestão está a tentar convencer ainda mais alguns juniores a jogarem hoje para que o clube não seja penalizado por falta de comparência.

nx zero

NX Zero (geralmente abreviado para NX0) é uma banda brasileira de emocore formada em 2001 na cidade de São Paulo. A banda é composta por Diego Ferrero (vocal), Leandro Rocha (guitarra e segunda voz), Daniel Weksler (bateria), Conrado Grandino(baixo) e Filipe Ricardo(guitarra).

História:

A banda começou em torno de 2001 formada pelo guitarrista e vocalista Yuri Nishida, na época a banda era um power trio, apenas uma guitarra um baixo e a bateria, e o nome da banda era “NX Zero Granada” – tanto que hoje o vocalista Diego Ferrero tem uma tatoo de uma granada com asas nas costas – com o tempo a banda foi tomando a forma que tem hoje. A banda se destacou em São Paulo onde bandas como Hateen tocava. O sucesso não veio de imediato, pois o estilo musical não era o que entrava na mídia nacional. A partir de 2004, já sem o cantor Yuri Nishida, o baterista registrou o nome NX Zero sem o nome Granada, a banda começou a crescer mais, e em 2006 assumiu as primeiras posições nas rádios do país.

Foi a primeira banda independente a conseguir alcançar a primeira posição do extinto “Disk MTV”. Após esse feito, a banda fechou contrato com a Universal Music, mesma gravadora das bandas CPM 22 e Hateen. O primeiro single do novo CD homônimo, Além de Mim, já com a gravadora, fez enorme sucesso e a banda conseguiu o prestígio nacional. E venceram o Prêmio Multishow de Música Brasileira 2007 na categoria “Revelação”. Recentemente, também fizeram uma parceira com Armandinho no Especial MTV Estúdio Coca Cola.

A segunda canção de trabalho escolhida foi “Razões e Emoções” que foi o single de maior sucesso da banda até então, tanto nas rádios, quanto na TV. E venceram o Video Music Brasil 2007 nas categorias “Hit do Ano”, “Artista do Ano”. Foi lançado um clipe da canção “Mais e Mais” retirada do DVD MTV Ao Vivo 5 Bandas de Rock ganhando assim um videoclipe ao vivo, mas acabou não virando single. A banda lançou seu terceiro single do álbum NX Zero, que é a canção “Pela Última Vez”. Também foi lançada no Brasil a nova versão da canção de Nelly Furtado, “All Good Things”, que contou com participação de Di Ferrero para acompanhar nos vocais.

Intitulado Agora o novo cd do Nx Zero, que tem como primeiro hit a música “Cedo ou tarde”, que já é primeiro lugar nas paradas e esse mesmo cd ficou 4 semanas como o álbum mais vendido do Brasil. Este cd contém várias participações: nas faixas 4 e 5 o rapper Tulio Dek, coro na faixa 8, com as meninas do extinto grupo “Rouge”, Karin e Aline, além da faixa 6 (Silêncio) que foi escrita por dois integrantes da banda Fresno.

Integrantes:

-Diego Ferrero (Di) – Vocal (Data de nascimento: 11 de Junho de 1985)

-Leandro Franco da Rocha (Gee) – Guitarra e Backing vocal (Data de nascimento: 3 de Setembro de 1986)

-Daniel Weksler (Dani) – Bateria (Data de nascimento: 10 de Janeiro de 1986)

-Filipe Duarte Pereira Ricardo (Fi) – Guitarra (Data de nascimento: 15 de Outubro de 1986)

-Conrado Leal Grandino (Caco) – Baixo (Data de nascimento: 11 de Abril de 1986)

Ex-integrantes:

Yuri Nishida (São Paulo, 22/09/1984) – saiu da Nx Zero em 2006 para montar a banda Granada onde canta até hoje.

lasanha

A história da evolução humana está diretamente ligada à alimentação. Entre todas as espécies existentes na natureza, o ser humano é a que possui a alimentação mais rica e variada. Sua sobrevivência se baseou na capacidade de ingerir o que havia à disposição em seu habitat. Mais tarde, a descoberta dos processos de cozimento enriqueceu e ampliou o cardápio, permitindo o desenvolvimento de culinárias próprias e regionais. A necessidade biológica de alimentar-se para sobreviver e garantir a continuidade da espécie adquiriu então caráter cultural. Só o ser humano cultiva com requinte e abundância a grande variedade de pratos e sabores tão peculiares em cada parte do mundo.
>> O hábito alimentar individual reflete uma série de valores da sociedade e, portanto, expressa a relação cultural e social que cada pessoa estabelece com o meio em que vive. A culinária, de fato, expressa a cultura de um povo de forma contundente. Analisando-a, é possível descobrir até mesmo o tipo de economia que move o país.
>> Alguns hábitos são passados de geração a geração, outros vão sendo adaptados de acordo com as mudanças na sociedade. Por exemplo, a inserção da mulher no mercado de trabalho tem influenciado o padrão alimentar dos brasileiros, quando da substituição de preparações com maior tempo de confecção por refeições prontas ou semiprontas.
>> A cultura sempre foi um elemento orientador das opções dietéticas. A abordagem cultural transforma a nutrição não somente em um processo químico-biológico, mas também em uma forma de comunicação que contém as raízes de cada povo, suas forças sagradas e seu simbolismo.
>> A manutenção das práticas alimentares tradicionais e a gastronomia típica aproximam os seres humanos, inserindo-os no contexto de sua territorialidade e identidade cultural.

Brasil

>> Dado o tamanho do país, o Brasil apresenta uma significativa diversidade regional, derivada não apenas de seus aspectos físicos, mas também das variadas condições históricas e de apropriação e colonização do território.
>> Cada região possui hábitos alimentares próprios, mas também pratos emblemáticos, que servem como marcadores identitários regionais. Assim, alguns pratos costumam ser mais intimamente associados a suas regiões de origem e a seus habitantes, tais como – a título de exemplo – o acarajé e o vatapá baianos, o arroz com pequi goiano, o tutu e o pão de queijo mineiros, o tucupi e o tacacá do Norte, o churrasco gaúcho.

Vatapá

Pão de queijo

Tutu à mineira

TucupiTacacá

Churrasco

Farinha de mandioca

Mandioca

Vaca atoladaVirado à paulista

Bobó de camarão

Feijão-tropeiroBolo Souza Leão

Maniçoba

Tapioca

Feijoada

Açorda alentejana, sardinhas assadas,
nogados e migas alentejanas

Migas alentejanas

Doces: Sericaia, Pastel Tocinho e Ovos moles com nozes

Açorda alentejana com os respectivos acompanhamentos: bacalhau, ovos cozidos, azeitonas, figos, sardinhas assadas. Também pode-se acompanhar com uvas.Migas

Migas com entrecostoCozido à portuguesa

Lasanha

EspaguetePizzaCarpaccioPolentaPanetoneCapuccinoCassata

Ravioli de vegetais

Queijo, embutido e tomate
Queijos típicos

Feijão Branco de Pigna
Pastas de vegetais
Vinhos típicos
Azeitonas
Turle
Bastardui
Brodu D’erbe Amare

Patate in La’Foglia
Turta de patate

Streppa e Caccia La’
Agliè

Charquicán

Pastel de milho

Sopa de feijões

Menestron
Patasca
Sopa de galinha

Patasca
Chirimoya
Lúcuma

Juane
Juane de arroz

Tacacho
Cecina
Tamale
Humita

Uvachado
Chuchuhuasi
Aguaje
Cocona
Chicha

AcarajéArroz com pequiArroz com feijão>> Alguns desses pratos, que simbolizam suas regiões, são, ao mesmo tempo, cotidianos, como é o caso do acarajé, vendido nas ruas da Bahia. Já outros demarcam uma temporalidade fora do dia-a-dia, como o churrasco, no Sul, que – embora consumido em restaurantes especializados, que funcionam diariamente – é o prato preferencial do almoço de domingo em família.
>> Se alguns pratos regionais são famosos em todo o país, outros são quase desconhecidos pelas demais regiões, muitas vezes pelo simples fato de que os ingredientes necessários são exclusivos do lugar de origem, mas também por razões de ordem cultural, que determinam certos hábitos alimentares.
>> Mas, além das práticas alimentares diversificadas, existem outras, encontradas em todo o país e em todas as classes sociais, representadas pelo consumo do arroz com feijão e da farinha de mandioca, combinação que se constitui na comida básica do brasileiro. >> Essa combinação pode variar conforme a região, mas, no todo, é a que prevalece. Em geral, o prato da refeição principal do Brasil constitui-se na mistura feijão, arroz, carne e salada. Mesmo quando o prato é de algum outro tipo, “bastando-se em si mesmo”, o arroz e feijão são, seguidamente, servidos como acompanhamentos, sendo, dessa forma, quase obrigatórios em pelo menos uma das refeições do dia.
>>A combinação de arroz com feijão é expressão da sociedade brasileira, combinando o sólido com o líquido, o negro com o branco, resultando em um prato de síntese, representativo de um estilo brasileiro de comer: uma culinária relacional que, por sua vez, evidencia uma sociedade relacional. O mulato, tido como “o brasileiro”, seria a própria mistura: nem o preto do feijão, nem o branco do arroz, um prato miscigenado.
>> A mandioca, como sua farinha, têm várias denominações, conforme a região, podendo apresentar cores, gostos, cheiros e texturas diversas. Adotada pelos portugueses, a farinha de mandioca era a “farinha de guerra”, que os acompanhou nas expedições que desbravaram o território do que viria a ser o Brasil. A bordo dos navios negreiros, alimentou os africanos escravizados. Mais que qualquer outro alimento, acompanhou a formação do povo brasileiro.
>> Em todo o país, é ingrediente de inúmeros pratos característicos das diversas regiões. Mencionando apenas alguns, a farinha de mandioca é, no Sul, indispensável ao churrasco. Já em Minas Gerais, é misturada ao feijão para criar o tutu à mineira e é usada na vaca atolada. Em São Paulo, a farinha é novamente misturada ao feijão para criar o virado à paulista. Na Bahia, a mandioca cozida e amassada faz o bobó de camarão. No Centro e Sudeste, o feijão-tropeiro. No Norte, além do tucupi, podemos lembrar a maniçoba, feita com folha de mandioca brava. Em Pernambuco, o bolo Souza Leão. E, em todo o Nordeste, a tapioca, feita com a goma (polvilho doce).Tutu à mineira>> Comida do cotidiano, o feijão com arroz acompanhado por farinha de mandioca assume outro caráter quando se transforma num prato emblemático – possuidor de um sentido unificador e marcador de identidade –, oferecido ao estrangeiro quando se quer apresentar a cozinha brasileira, traduzindo a nacionalidade e, assim, alçado a prato nacional: a feijoada. E ela é feita justamente com os três elementos fundamentais da cozinha do dia-a-dia do Brasil, uma derivação dessa combinação cotidiana, mas cujas características não estão tanto nos ingredientes acrescidos quanto no sentido do prato, festivo e simbólico.>> Não há consenso sobre a origem da feijoada. Segundo versão corrente – que atualmente vem sendo contestada –, a feijoada teria sido criada nas senzalas, por escravos e escravas. Qualquer que tenha sido sua origem, sabe-se que é um antigo hábito brasileiro misturar feijão com toucinho e carne-seca.
>>Uma feijoada (também chamada feijoada completa) necessita de feijão preto, cozido com várias carnes – carne-seca; pé, orelha, rabo e pele de porco; toucinho; lingüiça; e paio –, servida com arroz branco e farinha de mandioca. Embora também tenha outros acompanhamentos tais como couve, laranjas e molho de pimenta, a base do prato são os três elementos fundamentais.
>> Mas não são apenas os ingredientes que fazem a diferença. Ela está no significado atribuído ao prato. Uma feijoada não é, então, apenas feijão com arroz, ela é feijoada, um prato especial, que exige muito mais tempo para fazer (e para digerir), em geral reservado às ocasiões especiais, com convite aos amigos, enfim, a feijoada implica comensalidade.
>> Particularmente com relação aos municípios de Piracicaba, Campinas, Rio Claro e São Bernardo do Campo, todos pertencentes ao estado de São Paulo, pode-se considerar que a alimentação predominante é muito semelhante, com destaque para alguns alimentos típicos de cada município.
>> Com relação à Piracicaba, por exemplo, na gastronomia típica estão inseridos alimentos como os peixes assados (consumidos, geralmente, nos restaurantes à beira do rio) e a pamonha, bem como bebidas feitas a partir da cana-de-açúcar, como a cachaça e o caldo de cana.
>> Já em São Bernardo do Campo, o consumo de polenta com frango é muito comum entre seus habitantes, revelando-se como um prato típico do município.
>> Nos municípios do estado de São Paulo a cozinha trivial e familiar concentra-se em arroz branco e feijão carioquinha (de caldo marrom), juntamente com um tipo de carne (que pode ser bife, carne assada ou moída, frango, salsicha, lingüiça) ou ovo, batata frita e salada (geralmente de alface e tomate).
>> Contrapondo esta cozinha do dia-a-dia dos paulistas, estão as várias opções existentes para se alimentar fora de casa. Existem restaurantes, bares e lanchonetes que oferecem as mais variadas refeições. Nas churrascarias, além da tradicional picanha, são servidos diferentes cortes de carne, além de carnes exóticas (javali, jacaré, capivara, entre outras). No buffet de saladas são encontradas não somente saladas tradicionais, mas também queijos, conservas, frutos do mar, massas e frituras.
>> Os restaurantes do tipo self-service por quilo, disseminados nos últimos anos e encontrados em todos os municípios, tornaram-se opção para aqueles que apreciam ter à sua disposição uma variedade de preparações.
>> As cadeias de fast-food que servem, entre outros, sanduíches, quibes, esfihas e pizzas, se espalharam pelas cidades e tornaram-se opções para uma refeição rápida em meio à agitada rotina do dia-a-dia.
>> Para relaxar, nada melhor do que o happy hour, momento de descontração logo após o período de trabalho, no qual os colegas se reúnem em barzinhos para um bate-papo agradável. Ingredientes básicos são o chope, caipirinha ou outra bebida, sempre acompanhados por petiscos variados.
>> Dessa forma, é possível verificar que, no Brasil, há uma extensa e vasta riqueza de opções alimentares, que contempla a multiplicidade de pratos e preparações. Em suma, a alimentação e a culinária brasileira resumem a essência do seu próprio povo, com a peculiar liberdade em relação à aceitação de diferentes paladares. Isto pode ser fruto da intensa miscigenação, mesclada por profundo respeito às diferenças e voltada para a agradável convivência das diversas culturas.
>> Entre os aspectos que compõem o conceito de segurança alimentar e nutricional, sublinha-se a preocupação com o respeito e a preservação da cultura alimentar de cada povo. Nesse sentido, cada país deve ter condições de assegurar sua alimentação, sem que lhe seja imposto um padrão alimentar estranho às suas características e tradições.

Portugal

>> Foram muitos os fatores que influenciaram a culinária tradicional portuguesa: os povos que invadiram e colonizaram este pequeno território, as descobertas e a ocupação de novas terras de onde vieram inúmeros alimentos que foram se expandindo pela Europa, o “efeito religioso” da Idade Média, etc.
>>Por exemplo, a doceria portuguesa é uma das mais ricas do mundo. A maior parte dos doces preparados nos conventos portugueses permaneceu em segredo durante séculos. As receitas eram passadas oralmente apenas às noviças que as iriam fazer para o resto da sua vida. Esses doces fazem hoje as delícias de muitos portugueses e turistas que nos visitam.
>>O fato de ter como vizinha a costa do Atlântico levou, naturalmente, a que a sua gastronomia se virasse para os produtos que o mar oferece. Há, no entanto, nas ementas diárias da cozinha portuguesa, um prato inevitável e muito importante: a sopa. Em Portugal a sopa mais importante é o caldo verde, uma sopa de cor verde esmeralda, como a província do Minho onde foi preparada pela primeira vez. É definitivamente uma sopa que não deve deixar de provar. Contudo, há que dar valor ao que é devido: o bacalhau ocupa o seu lugar de honra em várias mesas durante toda a semana. Diz-se, usualmente, que existem tantas maneiras diferentes de o cozinhar (umas mais sofisticadas, outras menos) como dias num ano.
>> De norte a sul, o país é muito rico em bons vinhos e, além dos vinhos únicos do Porto e da Madeira, existem mais de cem variedades diferentes de vinhos, desde os vinhos de mesa a vinhos especiais, todos eles refletindo o caráter individual do respectivo solo.
>> Os alimentos típicos do município de Arraiolos são os pães, enchidos (lingüiças, paios, chouriços e farinheiras), queijos, azeite, mel, nozes, vinho e os doces conventuais (à base de ovos, açúcar e amêndoas). Entre os doces destacam-se as cavacas, os pastéis tocinho, os nogados, as queijadas de requeijão, a sericaia e os ovos moles com nozes.

>> Habitualmente realizam-se três refeições diárias: Pequeno-Almoço, Almoço e o Jantar. No pequeno almoço a alimentação é basicamente pão, torradas, leite, café, queijo, fiambre e manteiga. Já nas outras duas refeições, o hábito é o de se consumir os pratos já citados anteriormente, acompanhados por vinho, água, cerveja ou refrigerantes.
No final da refeição termina-se com um doce ou fruta (maçã, melancia, melão, laranja, pêra, etc…, conforme a época do ano) e por último, um café.
>> Os alimentos típicos produzidos no município de Borba são os queijos, pães, enchidos, azeite, vinhos, frutos secos e produtos agrícolas de primeira necessidade.
>> Os pratos típicos são bem diversificados, sendo que os mais apreciados são os feijões com alabaças, grãos com cardo, açorda com poejos, sopa de tomate com orégano, sopa de beldroegas, feijão com poejos, cozido à portuguesa, entre outros. A açorda é uma sopa típica do Alentejo – ao contrário da maioria das sopas, esta não é cozida, mas basicamente de pão desfeito em água quente temperada. Leva coentro, alho, azeite e sal e acompanha sardinhas assadas, figos ou uvas e ovo cozido. Existe também uma grande tradição no consumo de carne, essencialmente de porco, borrego e vaca, confeccionada em pratos como a carne de porco à alentejana, migas com entrecosto, ensopado de borrego, borrego no forno e costeletas. As migas são pedaços de pão esmagados com uma colher de pau, embebida em água quente, e moldadas em forma de rolo. Podem ser de aspargos ou batatas e acompanham carne de porco ou de peixe.
>> No que se refere às sobremesas, existem vários tipos de frutas que são consumidas conforme a época do ano (ameixas, melão, melancia, laranja, pêssego, alperce, etc…). Quanto aos doces, a região é muito rica em doces conventuais (barriga de freira, cericá com ou sem ameixa, doce regional de Borba, bolos variados, de mel e nozes, etc.).
>> Geralmente são realizadas três refeições: o pequeno almoço, o almoço e o jantar. O pequeno almoço é constituído, geralmente, por leite, pão, torradas, compotas, bolos tradicionais e, algumas pessoas de idade, fruto do trabalho duro do campo durante décadas, ainda consomem bem cedo uma sopa de tomate ou açorda. No almoço e jantar são consumidos os pratos típicos citados anteriormente, acompanhados na sua maioria por vinho. Após as refeições é hábito o consumo de café. Itália
>> Espaguete, lasanha, nhoque, pizza, parmesão, panetone, carpaccio, polenta, capuccino, cassata… Difícil imaginar alguém que desconheça por completo o que estas palavras significam. Do mesmo modo é praticamente impossível imaginar qualquer coisa relacionada aos hábitos alimentares brasileiros que exclua a deliciosa cozinha italiana.
>> O que encontramos na gastronomia italiana, é uma reunião de regiões, cada qual com seus hábitos culinários.
>> Quando há festas, reuniões de famílias ou algum hóspede numa casa italiana, normalmente vários pratos são preparados como forma de simpatia e hospitalidade. Nessas ocasiões é comum refeições com entradas, sopas, cozido, massa, diferentes tipos de carne, acompanhamento e doces.
>> Cada região italiana mantém suas tradições culinárias próprias; peixes e crustáceos na zona costeira; arroz nas redondezas de Milão; carne assada em Toscana; alcachofra, berinjela e tomates em Roma e nas regiões mais ao Sul; e doces na Sicília.
>> Os produtos típicos produzidos no município de Mendatica são, principalmente, farinha de trigo, laticínios, batata, alho e alguma verduras.
>> Geralmente são realizadas três refeições ao dia (café da manhã, almoço e jantar). O café da manhã é composto por café ou capuccino, pães, brioches, queijos e coalhadas. No almoço tem-se o hábito de comer macarrão, carne (ou ovos), salada, queijo, fruta e doce, acompanhado de vinho e pão. O jantar é semelhante ao almoço, sendo que apenas se inclui uma sopa em vez do macarrão.
>> Os pratos típicos mais consumidos em Mendatica são:

• TURLE GROSSI: ravióli de batatas e hortelã, geralmente temperado com nata de leite, adicionada ao alho moído e frito, e avelãs tostadas.
• RAVIORE: parecido com a “brajola (que não é palavra italiana), recheado com muita erva silvestre, entre as quais erva amarga, espinafres silvestres, hortelã, urtiga, etc.
• BASTARDUI: também chamado de “Lasanha bastarda” ou com curiosos apelidos locais, é uma espécie de pequeno nhoque no qual acrescentam-se verduras cortadas. O seu tempero tradicional é um molho de nata e alho-porro.
• DRODU D’ERBE AMARE: sopa leve com ovo batido e um tipo de erva amarga, atribuída de propriedades digestivas.
• MINETTI: sopa reservada principalmente aos convalescentes, às mulheres no pós-parto, às crianças e aos idosos, porque é de fácil digestão. Em um caldo temperado com alho, com algumas batatas cortadas ou em água acrescentando leite, no momento de ferver, são colocadas pequenas bolinhas de farinha.
• PATATE IN LA’ FOGLIA: assado de batatas, colocado em uma forma untada com leite e alho-porro.
• TURTA DE PATATE: torta de batatas, com cebola, repolho, alho-porro, hortelã e outras verduras, cozida no forno à lenha.
• TURTELLI: trata-se de “enroladinhos” assados, recheados de batatas, acompanhados com freqüência por outras hortaliças, como a couve.
• AGLIE: trata-se de um molho parecido com a maionese, com batatas e um forte perfume de alho, que acompanha escargot e batatas cozidas, e mais recentemente, o cozido de galinha ou miúdos de bezerro.
• PAN FRITU: Quando se enfornava o pão, era costume tirar duas poções da massa, sendo que uma era conservada no fermento e outra, cortada em pedacinhos, e frita, era consumida quente, acrescentando sal ou açúcar.
• FRISCIOI: as sopas e as verduras cozidas que sobravam eram acrescentadas na massa para fritura de farinha e ovos para fazer os “friscioi” salgados. Para as crianças, especialmente no carnaval, a massa era de fatias finas de mel com acréscimo de açúcar.
• STREPPA E CACCIA LA’: tipo de massa que é “arrancada” em pedacinhos e achatada com os dedos antes de ser colocada diretamente na água fervente, junto com as folhas de couve, nabo e batatas. >> Em Pigna, os principais alimentos produzidos são o feijão, azeite de oliva, carne de cabra, mel e castanha. O município é grande produtor de feijão branco, tanto que esse produto representa uma intensa atividade comercial.>> Geralmente são realizadas três refeições diárias, sendo que o café da manhã é composto principalmente por café ou capuccino, e pães ou brioches. No almoço e jantar é servido tradicionalmente macarrão, carne, salada, queijo, fruta e doce, acompanhado de vinho e pão. Existe o hábito de consumir refrigerantes e sucos industrializados, mas não durante as refeições.
>> Os pratos típicos de Pigna são: stufato di capra e fagioli, gran pistau, pisciarada e benardun.

Chile

>> A gastronomia chilena é muito rica e variada, sendo, sobretudo, elaborada com peixes e mariscos locais que se encontram ao largo da extensa costa deste país sul-americano.
>> O forte da gastronomia chilena são os frutos do mar. Pode-se saborear delícias como o Caldillo de Congrio (sopa preparada com enguias), salmão grelhado e a chamada ronda de mariscos, um tipo de caldeirada com vários tipos de frutos do mar.
>> Da tradicional cozinha peruana os chilenos adotaram o seviche, feito com peixe cru, limão e temperos que variam de região para região. Com os espanhóis aprenderam a paella, usando a melhor matéria prima, que são seus inigualáveis frutos do mar.
>> A cazuela, prato do dia a dia comparável (em popularidade) ao nosso arroz e feijão, é uma espécie de canja que tem, entre seus ingredientes, abóbora, milho, batata, cenoura e arroz. Pode ser feita com carne de boi ou de galinha e, quando feita com peixe, recebe o nome de calderón.
>> Os porotos, uma mistura de feijão branco com macarrão, e os estofados (feitos em fundas panelas com fatias grossas de batatas e carne de frango ou mesmo bovina, refogada) completam o trivial chileno. À mesa, nunca faltam os pães caseiros, feitos com banha e consumidos em todas as refeições.
>> Para a harmonia da refeição nunca pode faltar o vinho. A inegável qualidade e preços razoáveis fizeram com que hoje se bebam vinhos chilenos em todo o mundo.
>> Os produtos típicos da região de San Joaquin são: arroz, feijão, macarrão, lentilha, batata e milho verde. Outros tipos de vegetais também são típicos do município, como abóbora, cebola, alcachofras, tomates, acelgas, etc. Quanto às frutas, as mais características são as maçãs, laranjas e tangerinas, bananas, pêras, pêssegos, damascos, melões, melancias e morangos. As carnes mais tradicionais são a de vaca, frango e porco. Os pescados e mariscos não apresentam consumo habitual, em virtude do custo elevado para a maioria da população. São consumidos, também, muitos hambúrgueres de carne e frango e embutidos de conteúdo nutricional duvidoso (imitação de presuntos, etc.). Leite, ovos e queijos apresentam elevado consumo, bem como margarina, manteigas, maionese e embutidos para serem consumidos com pão.
>> Os pratos típicos de San Joaquin consistem em guisado de frango ou de vaca (carne, batatas, abóbora, milho, cenoura e cebola, cozidos com arroz ou macarrão), charquicán (consiste num cozido de hortaliças – batata, abóbora, feijão verde, milho, espinafre ou acelga –, moído como um purê, a que se adiciona cebola frita e carne moída); pastel de milho ou de batata (carne com cebola, cobertas com um purê de milho ou de batata); arroz com verduras, acompanhado de carne; feijão com talharim (feijões previamente cozidos, aos quais se adiciona abóbora, cebola frita e talharim); talharim com molho (talharim cozido, ao qual se adiciona molho de cebola, carne e molho de tomates); fast food (pizza, hambúrgueres, frango frito com batata fritas – pratos de baixa qualidade nutricional e baratos).
>> Geralmente são realizadas três refeições por dia, mas em alguns locais, devido à questões financeiras, as pessoas acabam fazendo apenas duas refeições. Tomar o café da manhã não é um hábito muito comum entre os habitantes de San Joaquin; depende da renda familiar e do tempo disponível para isso. Aqueles que fazem essa refeição costumam tomar leite, café ou chá e pão com queijo, manteiga, patê ou geléia. O almoço é a refeição mais importante da região e é constituída pelos pratos mencionados anteriormente. Muitas vezes, é feita apenas uma refeição rápida, como pedaços de frango frito com batata frita. Alguns têm o costume de comer alguma coisa antes do almoço (leite com pão, por exemplo), mas esse hábito está diretamente relacionado com a renda familiar.
>> Estão sendo realizadas algumas pesquisas alimentares no município, para se conhecer melhor os alimentos mais consumidos pela população. Atualmente, um dos alimentos mais consumidos é o pão, sendo que a maionese também ocupa um lugar de destaque.
>> Tem-se o hábito de adicionar sal à comida já preparada e, dessa forma, os chilenos consomem, em media, 12 gramas de sal por dia. Cerca de 1/3 da população adulta apresenta hipertensão.
>> Outro dado preocupante refere-se ao elevado consumo de refrigerantes e sucos industrializados, principalmente entre crianças e adolescentes. De acordo com a ANBER (Associação Nacional de Bebidas Refrescantes do Chile), cada chileno consome, em média, 132 litros de refrigerante por ano. Pesquisa realizada pelo instituto Nacional de Estatísticas (INE) revelou que cada família consome 26 litros da bebida por mês. São comercializadas muitas marcas de refrigerantes, sendo que muitas delas utilizam preservantes e corantes de qualidade duvidosa.

Peru

>> A cozinha peruana é considerada uma das mais variadas e ricas do mundo. Graças à herança incaica e à imigração espanhola, africana, chinesa, japonesa e italiana, principalmente até o século XIX, que reúne e mescla a gastronomia e sabores dos quatro continentes, oferece uma variedade inigualável e impressionante de pratos típicos, que está em constante evolução, impossível de ser enumerada em sua totalidade. Basta mencionar que apenas na costa peruana existem mais de duas mil sopas diferentes!
>> A qualidade e a variedade da cozinha peruana associam-se a várias razões. A primeira diz respeito à diversidade ecológica e climática de Peru, permite uma extensa oferta de produtos. Os generosos recursos do mar peruano, abundante em peixes e mariscos, têm gerado a riqueza da suculenta mesa costeira; o arroz, as aves e cabritos têm especializado a comida do norte. Saborosos produtos andinos como a batata e o milho, em todas suas variedades, a carne de “cuy” (coelho andino) e o peruaníssimo “ají” (fruto parecido com um pimentão, de cor amarela ou vermelha e muito picante), formam a base da comida serrana e encontram-se no país todo. A selva agrega excepcionais manjares ribeirinhos e carnes de caça que normalmente vão acompanhados com banana e mandioca. As frutas, como a “chirimoya” e a “lúcuma” são inigualáveis nas sobremesas.>> A segunda razão é a mistura de tradições ocidentais e orientais. Ao longo dos séculos, Peru tem recebido a influência espanhola nos guisados e sopas, a influência árabe nos seus doces, a africana na comida crioula, a influência italiana nas pastas, a japonesa com seus delicados toques nos peixes e mariscos e a influência chinesa que tem criado uma das misturas mais populares no país: o “chifa”.
>> No município de Rioja os principais produtos típicos são arroz, feijão, banana, pescados, carne suína, palmito, abóbora, mandioca e verduras.
>> Os pratos mais consumidos no município são Juane (que pode ser de arroz, mandioca ou feijão), Inchicapi (preparado com amendoim e carne de porco), Tacacho, Lingüiça, Cecina (preparado de carne de porco, mandioca e banana), Timbuchi de peixes nativos, Tamale e Humita (preparados à base de milho verde) e Salada de palmito.
>> As bebidas típicas da região são: Colmenachado, Uvachado (bebida feita de uvas e aguardente), Chuchuhuasi (extrato obtido a partir de folhas, flores, frutos e raízes maceradas, de pelo menos 12 plantas da Região Amazônica, e aguardente de cana), Siete Raíces (macerado em aguardente de sete diferentes raízes de plantas exóticas da selva amazônica, com propriedades curativas e afrodisíacas), Clavohuasca, Cerezado, Aguajina (refresco feito a partir água, açúcar, cubos de gelo e um fruto típico da região, denominado aguaje), Cocona, Chapo, Taperibá, Pijuayo, Chicha (bebida preparada tendo por base um tipo de milho roxo fervido, ao qual, depois de frio, se adicionam pedaços de abacaxi, açúcar e gelo) e Masato (preparado à base de mandioca fermentada).Bibliografia:
BRAGA, V. Cultura alimentar: contribuições da antropologia da alimentação. Saúde em Revista, Piracicaba, 6(13): 37-44, 2004.
FISBERG, M.; WEHBA, COZZOLINO, S.M.F. Um, dois, feijão com arroz: a alimentação no Brasil de norte a sul. São Paulo: Editora Atheneu, 2002.
INSTITUTO AKATU. A nutrição e o consumo consciente. Disponível em http://www.akatu.org.br (Acesso em 10 de julho de 2006).
MACIEL, M.E.; MENASCHE, R. Alimentação e cultura, identidade e cidadania – você tem fome de quê? Democracia Viva. Especial Segurança Alimentar 16. Rio de Janeiro: Ibase, mai-jun 2003, 3-7.
MINTZ, S.W. Comida e antropologia: uma breve revisão. Revista Brasileira de Ciências Sociais. São Paulo, 16(47), 2001.
PEDRAZA, D.F. Padrões alimentares – da teoria à prática – o caso do Brasil. Revista Virtual de Humanidades, 9(3), jan/maar, 2004. Disponível em http://www.seol.com.br (Acesso em 20 de junho de 2006).
PHILIPPI, S.T. Nutrição e Técnica Dietética. Barueri: Manole, 2003. 390 p.
Com relação aos pratos típicos deste município, destacam-se:
– as Migas (que podem ser de batata ou de aspargos) e são acompanhadas com carne de porco frita;
– as migas de bacalhau;
– as sopas alentejanas bastante diversificadas (de tomate, de cação, da panela, beldroegas, cardos limados)
– o ensopado de borrego;
– o assado de borrego;
– miminhos de vitela;
– pezinhos de porco;
– a açorda alentejana;
– o gaspajo;
– fatias de alho com carne do alguidar. AçordaEnsopado de borregoSopa de Cação, Migas alentejanas, Sericaia, Pastel Tocinho e Ovos moles com nozes

animais

Muita gente ainda ignora a existência dos animais, muitas vezes, maltratando ou abandonando.

Pesquisas comprovam os benefícios físicos e mentais que a convivência com bichos de estimação, ou não, trazem para as pessoas.

É cada vez mais comum os animais serem reconhecidos pelo seu surpreendente poder terapêutico.

A interação entre pessoas e animais, na troca de carinho, confiança e cuidados, tem se tornado um excelente remédio contra ansiedade, depressão, estresse e baixa auto-estima. Muitos hospitais utilizam essa convivência para motivar seus pacientes.

Para saber mais sobre esse assunto clique na figura dos animais:

bom , realmente é comprovado que a presença de animais de estimação no desenvolvimento infantil traz beneficios, um que eu em particular acho especial é a responsabilidade, pois com seu “amiguinho” , a criança vai perceber que precisa dar carinho, alimento, banho, etc…
a criança vai apresentando um interesse em cuidar daquele ser que é irracional , mas seu melhor amigo….
bjs lulis

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